afinebreeze

The change that comes from the inside

I was reading some stuff and I find curious the fact that I always make texts and posts about pretty much everything, specially when I am upset and sad, but I never write or do anything when I’m feeling good.

Well, this is a text to change it and to say that I am feeling good and I am feeling happy.

That doesn’t mean I don’t have problems or that all my dreams came true. No. I have many problems. Way too many. There are many things I want and that I wish it could become reality, but… I am feeling good despite all these things.

Few things have changed in my day-to-day life, actually. But many things have changed inside me and inside my mind. I’m seeing things differently and facing them in some other way I used to.

It helps. It’s helping me.

Happiness has nothing to do with material possessions, has actually nothing to do with anything from the outside World neither. Happiness is all about yourself and your mind.

You’re responsable for what you feel. 

And seeing things differently and facing them in this way and trying my best to avoid negative energies, thoughts, actions and people are changing my feelings and the things around me. Good things are everywhere.

It’s all inside our mind, and the way we present ourselves to the Universe changes everything.

My favorite dreamcatcher that a very dear friend gave to me.

My favorite dreamcatcher that a very dear friend gave to me.

I’m currently studing Indian culture in general and I am more than amazed by it. 
I have always been a big fan of oriental culture and religions and I’m mesmerized by everything I’m learning from it, specially in a spiritual way. It’s good to see that the World does not revolve to this christian-post-modern-ocidental culture, that our “truth” is not the only one and that there are much more around to see and learn. Much more than we imagine.

I’m currently studing Indian culture in general and I am more than amazed by it.
I have always been a big fan of oriental culture and religions and I’m mesmerized by everything I’m learning from it, specially in a spiritual way. It’s good to see that the World does not revolve to this christian-post-modern-ocidental culture, that our “truth” is not the only one and that there are much more around to see and learn. Much more than we imagine.

Yes, please.

Yes, please.

Letting things go

The past years have been tough ones and I’ve been in this ‘I don’t give a shit for anything anymore” and “everything is wrong and always will be” state for very long now, but yesterday I decided that it was about time to change it.
Passing through so many hard situations made me a different person. Much more matture, indeed, but kind of hopeless and bitter.
I want to change that.
Actually it’s not about “wanting to change” this kind of feeling and behaviour, it’s actually being ready for it. Nobody feels depressed, hopeless and bitter, etc, because they want to. I didn’t want to feel like this, so locked up inside myself, I just did in consequence of things that have happened.
Now, luckily, I feel ready to move on and forgive and see things differently. I feel hopeful and I’m not scared of it nor am waiting for something bad to ruin it. I’m just hopeful and feeling well and that’s it.
I’m feeling full of intusiasm to start new things and give my best in everything I do. I’m excited for the future, I’m grateful for everything I have and feeling proud for everything that I have acomplised so far.
I want to be kinder. I want to give nice things for people and for the universe. I want people to see good and bright things on me. I want to feel brightness in me.
I want a new beggin and I’m ready to do everything I can to have it.
I know life is not always perfect, but I want to change the way I see and face things and go through everything jn the best way I can, without letting it take my good vibe away.
I will take good things from everything. I’ll learn from all. I’ll forgive and give second chances. I’ll be positive and kind. I’ll give more than I’ll take. I’ll be gratefull for everything.
I’ll be negative energies proof, I’ll let the past go.

Serious shit. At the best place, with the very best people. 

Serious shit. At the best place, with the very best people. 

Feminismo de padaria

No final de semana passado, o Papa esteve no Rio de Janeiro e, em meio a Marcha da Juventude, algumas moças pertencentes à Marcha das Vadias resolveram quebrar e fazer penetração com algumas imagens de santas e crucifixos, como forma de protesto.

Cansei de ver pessoas opinando que aquela ação não era nada mais do que “a reação do oprimido diante de inúmeras ações do opressor” e que aquilo não era nada comparado ao que a Igreja faz e sempre fez com a mulher, de toda privação pela qual elas tiveram de passar durante todos os anos, além de toda repressão que a Igreja impôs a todas as minorias durante séculos, além de inquisições, apoios ao nazismo, à ditadura, etc, etc, etc.

Ok, eu entendo. Eu entendo toda a repressão, eu entendo toda a privação de direitos básicos aos quais nós sempre fomos impostas, entendo todas as imensas e inúmeras falhas da Igreja. Entendo, reconheço e não concordo com nenhuma delas.

Entretanto, eu não acho a forma mais inteligente de lutar por respeito, desrespeitando. Achei apelativo e desnecessário. Achei burro e infundado. 

Você quebrar imagens e fazer penetração com símbolos tão sacros em plena marcha religiosa no meio de milhares de pessoas é, no mínimo, uma ofensa imensa não só com a imagem Igreja, mas a todos os católicos e não católicos ali. Ninguém precisa ver algo deste tipo, isso é ofensivo e invasivo pra qualquer cidadão que estivesse ali presente. Aquilo não estava sendo um ataque à instituição e, sim, a todos ali.

E acima de tudo, essa ação é um tremendo desrespeito. O mesmo desrespeito do qual elas falam e criticam tanto. O mesmo desrespeito que sempre sofremos e queremos ver terminado.

É a mesma coisa que lutar contra uma guerra, com uma guerra. Como você pode protestar contra seu opressor tendo exatamente a mesma postura e as mesmas ações que ele? Isto não faz sentido nenhum pra mim.

É óbvio que a ação que elas tiveram não são NADA perto de tudo o que a Igreja já fez. Mas não escrevi esse texto como um comparativo (até porque nem teria cabimento comparar uma coisa com a outra), mas para mostrar como é burra e sem fundamento a ação que essas meninas andam tomando e para tentar demonstrar meu posicionamento em relação a essa atitude delas. Senti a necessidade de fazer isto.

Certa vez, ouvi da diretora da escola em que eu trabalho algo que nunca esqueci e que sempre tenho como referência: “a melhor forma de ensinar algo que você acredita é através suas ações, através de seus exemplos”. Acho que a frase se explica por si só. Falar e exigir é fácil. Agora ter a postura correspondente ao que você cobra, agir de forma diferente da que você critica, viver de forma diferente da qual você é contra e condizente ao que você prega: isso sim é o complicado e o que menos vemos por aí.

Easier said than done.

E não concordo e não gosto da Marcha das Vadias por milhões de outros fatores, que não vem ao caso neste texto. E o que fizeram no sábado, não aumentou o conceito delas comigo, e acredito que nem com ninguém. 

Não concordo em hipótese alguma com a política da Igreja em relação às mulheres (e em relação a todas as “minorias”). Acredito que são necessárias reformas, protestos, reivindicações, sim! Não podemos nos calar, não podemos aceitar sermos tratadas de nenhuma forma além da qual merecemos ser tratadas: com total respeito, liberdade e igualdade, mas, uma boa forma de iniciar isto, é agindo de forma diferente da do opressor e de uma forma oposta ao que estamos criticando, senão tudo não passa de hipocrisia, de um discurso falso e de uma reivindicação vazia.